O National Journal presenteou-nos com mais uma preciosidade. Agora, através deste fabuloso mapa interactivo, oferece-nos uma visita guiada ao interior da Casa Branca de Barack Obama, vendo quem é quem e onde está. A não perder!
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terça-feira, 29 de março de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
A história visual dos dois grandes partidos americanos
Aqui está um achado cuja consulta aconselho vivamente: a história visual do Partido Democrata e do GOP, em infografias cativantes e recheadas de informação. Com a devida vénia ao Political Wire, onde descobri esta pérola.
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
2012: A nomeação republicana, Sarah Palin e... Michael Bloomberg
Será Sarah Palin uma viável candidata presidencial? E que consequências podem advir da sua nomeação pelo Partido Republicano? Tudo isto e muito mais é abordado num longo, mas excelente artigo da revista New York, cuja leitura recomendo.
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
Sugestão: América em 30 segundos
A blogosfera portuguesa tem mais um espaço dedicado, em exclusivo, à política norte-americana. Trata-se do blogue América em 30 segundos, da autoria de Vega9000. O sítio tem a particularidade de abordar um dos temas mais interessantes e singulares da política que se faz nos Estados Unidos: os anúncios televisivos.
Ao contrário do que acontece por cá, onde os tempos de antenas destinados a anúncios e propaganda política são enfadonhos, cinzentos e praticamente irrelevantes para as decisões eleitorais, no gigante do lado de lá do Atlântico os anúncios televisivos são uma das armas políticas mais letais e decisivas e, dessa forma, a sua concepção e utilização são pensadas ao pormenor pelas campanhas. Actualmente, com a expansão da Internet e de fenómenos como o Youtube ou o Facebook, a propagação destes vídeos é ainda maior, o que faz com que tenham ainda mais impacto. Assim, um anúncio original, com uma ideia central bem definida e que seja bem explanada no curto tempo de duração do vídeo, pode tornar-se um êxito instântaneo e ajudar à eleição do político em causa.
Veja-se, por exemplo, o anúncio da campanha de Hillary Clinton, em 2008, que pretendia salientar a experiência da antiga Primeira-dama, face à juventude e pouca preparação de Obama. O vídeo, apesar de não ter alterado o vencedor da corrida, teve um grande sucesso e deu um novo alento à candidatura de Hillary.
Aconselho, por isso, a visita atenta a este novo espaço, onde os vídeos são bem escolhidos, alternando entre uns com grande impacto político e outros que, pelo seu conteúdo, se tornam uma sátira à própria sociedade americana. Bons cliques!
Ao contrário do que acontece por cá, onde os tempos de antenas destinados a anúncios e propaganda política são enfadonhos, cinzentos e praticamente irrelevantes para as decisões eleitorais, no gigante do lado de lá do Atlântico os anúncios televisivos são uma das armas políticas mais letais e decisivas e, dessa forma, a sua concepção e utilização são pensadas ao pormenor pelas campanhas. Actualmente, com a expansão da Internet e de fenómenos como o Youtube ou o Facebook, a propagação destes vídeos é ainda maior, o que faz com que tenham ainda mais impacto. Assim, um anúncio original, com uma ideia central bem definida e que seja bem explanada no curto tempo de duração do vídeo, pode tornar-se um êxito instântaneo e ajudar à eleição do político em causa.
Veja-se, por exemplo, o anúncio da campanha de Hillary Clinton, em 2008, que pretendia salientar a experiência da antiga Primeira-dama, face à juventude e pouca preparação de Obama. O vídeo, apesar de não ter alterado o vencedor da corrida, teve um grande sucesso e deu um novo alento à candidatura de Hillary.
Aconselho, por isso, a visita atenta a este novo espaço, onde os vídeos são bem escolhidos, alternando entre uns com grande impacto político e outros que, pelo seu conteúdo, se tornam uma sátira à própria sociedade americana. Bons cliques!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Lançamento do "Histórias da Casa Branca"
Foi hoje a apresentação nortenha do livro de Germano Almeida, "Histórias da Casa Branca", na Fnac do MarShopping, em Matosinhos, à qual tive o prazer de assistir. A apresentação esteve a cargo do jornalista Carlos Daniel, que salientou a importância da política norte-americana para todos nós e que discorreu sobre o autor e sobre o significado singular da eleição e da presidência de Barack Obama. Germano Almeida, por sua vez, apresentou a sua visão sobre o actual presidente norte-americano, que é, afinal, o principal objecto desta obra. De uma forma informada e bem fundamentada, mas, ao mesmo tempo, breve e clara, referiu-se ao fenómeno Obama, repleto de dicotomias, entre o sonho e a realidade, a esperança e o pragmatismo.Depois do lançamento de hoje, o livro será ainda apresentado em Lisboa, no dia 10 de Maio, pelas 18 horas, na Bertrand do Picoas Plaza e contará com a participação do General Loureiro dos Santos e do director do jornal "A Bola", Vítor Serpa.
Por fim, resta-me dar, mais uma vez, os parabéns ao Germano Almeida e agradecer-lhe a simpática referência a este blogue que colocou nos agradecimentos deste "Histórias da Casa Branca".
Por fim, resta-me dar, mais uma vez, os parabéns ao Germano Almeida e agradecer-lhe a simpática referência a este blogue que colocou nos agradecimentos deste "Histórias da Casa Branca".
sexta-feira, 23 de abril de 2010
"Histórias da Casa Branca"
Chegou à minha atenção a notícia da publicação da obra "Histórias da Casa Branca", da autoria de Germano Almeida, jornalista, colega blogger e entusiasta da política norte-americana. O livro, que conta com prefácio do General Loureiro dos Santos e com posfácio de Vítor Serpa, reune as crónicas que o autor publica, semanalmente, no site do jornal "A Bola", assim como outros textos que remontam à campanha presidencial de 2008.
A obra terá um duplo lançamento. A primeira apresentação terá lugar na FNAC do MarShopping, em Matosinhos, no dia 5 de Maio, pelas 21:30 e contará com a presença do jornalista Carlos Daniel. Depois, no dia 10 de Maio, decorrerá o lançamento da obra em Lisboa, em local e hora ainda a definir.
É, sem dúvida, um momento importante para todos os interessados pela política que se faz no gigante do outro lado do Atlântico. Por isso, não queria deixar de transmitir os meus parabéns ao Germano Almeida. A 5 de Maio, lá lhe pedirei que assine a minha cópia destas "Histórias da Casa Branca".
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Sugestões literárias: O Futuro da América
Acabei hoje mais uma leitura que, na senda do que já tenho vindo a fazer, partilho, agora, com os leitores do Máquina Política. A obra chama-se o Futuro da América (The American Future, no original) e é da autoria de Simon Schama, um historiador britânico, mas que viveu metade da sua vida nos Estados Unidos.Neste livro, escrito antes da vitória de Obama, Schama parte da campanha presidencial de 2008 para fazer uma retrospectiva da construção e do passado da América. De uma forma inteligente, o autor separa a obra em quatro partes. Em cada uma dessas partes, o leitor encontra um tema diferente: a guerra, a religião, a imigração e o ambiente. Enquanto fala dos pais fundadores, da guerra civil americana, da colonização do oeste e de muitos outros assuntos do passado, o autor explica muito do presente da América e pisca o olho ao futuro.
Com o dom de construir uma narrativa que prende o leitor, Simon Schama proporciona uma obra muitíssimo agradável e que merece, sem dúvida, uma leitura atenta. Aconselho este livro não só aos interessados pela política e cultura americana, mas também a todos os apaixonados por história. Sigam o meu conselho, vão ver que vale a pena.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Irmãos

Agora que, após a morte de Ted Kennedy e a anunciada saída de Patrick Kennedy do Congresso, a mais famosa família americana perde os seus últimos representantes políticos eleitos, é pertinente relembrar as razões que fizeram com que este clã deixasse de ser apenas uma família enraizada no mundo político americano para se transformar num autêntico mito.
Em 1961, John Kennedy chega à presidência americana, após uma apertada vitória sobre Richard Nixon. Com ele, leva o seu irmao Bobby e nomeia-o Attorney General. A forte ligação entre os dois faz com que Bobby se torne o número dois da Administração de JFK e, quando este é assassinado, em 1963, em Dallas, os americanos aguardam, com ansiedade, que Robert, o natural sucessor, tome o lugar do irmão na Sala Oval. Porém, em 1968, quando concorria para a presidência, Bobby Kennedy é, também, assassinado.
Num excelente livro, de título Irmãos, o autor David Talbot, relata a profunda ligação entre os irmãos Kennedy e o seu séquito mais próximo - que apelidavam de Band of Brothers. Esta obra, debruça-se, ainda, sobre a reacção de Bobby à morte do irmão. O autor contraria a tese oficial que afirma que RFK sempre aceitou a ideia do assassino solitário, Lee H. Oswald, e traz novos dados sobre as muitas suspeitas de conspiração que pairam sobre a morte de John Kennedy.
Para quem, como eu, sempre sentiu um certo fascínio pelo idealismo que John e Bobby Kennedy representavam, numa espécie de Camelot do século XX, esta obra é de leitura obrigatória.
Agradecimento
O Germano Almeida, no seu blogue, Casa Branca, que se encontra na minha lista de leitura diária e o qual recomendo, fez uma simpática referência a este espaço, o Máquina Política.
Queria aproveitar para agradecer este gesto, que me deixa muito orgulhoso, e desejar que esta nossa "concorrência" continue saudável e complementar.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Deste lado do Atlântico
A política norte-americana, uma temática algo específica, mas sempre muito importante dada a sua influência no resto do mundo, tem recebido uma crescente cobertura mediática no nosso país. Para isso muito contribuiu a emergência do fenómeno Obama que atraiu as atenções globais, Portugal incluído.
Assim, é um facto que a comunicação social portuguesa, de um modo geral, tem aumentado a sua cobertura à política americana. Porém, nem sempre essa mesma cobertura tem a qualidade que se esperaria e desejaria. Essas lacunas foram bem visíveis aquando da campanha presidencial de 2008, com a informação prestada por vários órgãos informativos portugueses a incorrer em erros de análise da corrida e em falta de conhecimento sobre o processo eleitoral americano. Claro que houve excepções à regra. Por exemplo, a cobertura de Rita Siza do Público, foi um bom modelo de um trabalho competente e bem executado.
Já na blogosfera portuguesa a coisa correu melhor e os interessados tiveram a possibilidade de ir acompanhado as incidências da extraordinária campanha de 2008 em locais de grande qualidade, recheados de informação. Por minha parte, fui um atento seguidor de três blogues em particular: o Política2008 de Nuno Gouveia, o Era uma vez na América, de José Gomes André e o Valor das Ideias, de Carlos Santos.
Actualmente, e passado mais de um ano da histórica eleição de Barack Obama, o interesse de alguns portugueses pela política dos Estados Unidos parece não ter esmorecido. Nuno Gouveia e José Gomes André uniram esforços e fundaram um espaço comum, o Era uma vez na América, um local que acompanho fielmente e que admiro pela constante actualização e qualidade da análise. Por outro lado, existe o constante e completo Casa Branca 2008, de Germano Almeida, cuja visita se tornou obrigatória pela diversidade dos temas tratados e pelos conteúdos multimédia, cujo acesso proporciona aos seus visitantes.
Claro que esta é uma análise pessoal das minhas preferências e corro o risco de não conhecer outros locais de interesse sobre esta temática na internet. Se os há, espero vir a conhecê-los, da mesma forma que desejo que esta Máquina Política também se torne uma referência para o leque de entusiastas do universo político do outro lado do Atlântico.
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
The West Wing
Uma das principais razões para me ter tornado um aficionado por política norte-americana foi uma série televisiva. Mas não foi uma série qualquer, mas sim uma das melhores coisas que a televisão já nos proporcionou. Estou a falar de The West Wing, ou os Homens do Presidente, como ficou conhecida em Portugal.
Esta série retrata o dia-a-dia de um presidente americano e do seu staff mais chegado. Apesar de ter como fundo os meandros políticos de Washington - muito bem retratados, diga-se - debruça-se, sobretudo, sobre as relações humanas que se desenvolvem na Casa Branca de Jed Bartlet, um ficcional presidente democrata.
Durante sete temporadas, que correspondem a um duplo mandato de Bartlet na Sala Oval, os telespectadores assistem a todas as peripécias da administração (e são muitas). Esta série, por vezes acusada de ser demasiado idealista, não pretende descrever a política tal como ela é, mas sim como dela devia ser. E vão por mim: era bom que a política e os políticos fossem mesmo assim! Nos últimos episódios, o destaque mudou da Casa Branca para a campanha eleitoral onde se escolhia o sucessor de Bartlet. Esta fase do programa teve a particularidade de possuir várias semelhanças com a campanha real de 2008. Há até quem diga que o candidato democrata da série, interpretado por Jimmy Smiths, foi inspirado em Barack Obama.
Eu, que sou um devorador de séries televisivas, considero-a a melhor que já assisti e a uma longa distância de todas as outras. Os diálogos são absolutamente brilhantes, especialmente nas quatro primeiras temporadas, quando o argumentista era Aaron Sorkin - temporadas essas que venceram, consecutivamente, quatro Emmys para melhor série dramática. Depois, apesar de ter continuado a um nível altíssimo, perdeu-se o "toque especial" de Sorkin. Mas, além da escrita inteligente e sagaz, esta série contava também com um elenco de luxo onde pontificava o nome de Martin Sheen. Mas, excelentes actores como Bradley Whitford, Allison Janney, Richard Schiff ou Rob Lowe realizaram aqui os papeis das suas vidas.
The West Wing é, então, uma série a não perder para qualquer espectador de televisão e absolutamente indispensável para os interessados por política americana! Como uma espécie de teaser, aqui fica um dos meus momentos preferidos do programa, num dos muitos fabulosos discursos de Bartlet (Martin Sheen):
Esta série retrata o dia-a-dia de um presidente americano e do seu staff mais chegado. Apesar de ter como fundo os meandros políticos de Washington - muito bem retratados, diga-se - debruça-se, sobretudo, sobre as relações humanas que se desenvolvem na Casa Branca de Jed Bartlet, um ficcional presidente democrata.
Durante sete temporadas, que correspondem a um duplo mandato de Bartlet na Sala Oval, os telespectadores assistem a todas as peripécias da administração (e são muitas). Esta série, por vezes acusada de ser demasiado idealista, não pretende descrever a política tal como ela é, mas sim como dela devia ser. E vão por mim: era bom que a política e os políticos fossem mesmo assim! Nos últimos episódios, o destaque mudou da Casa Branca para a campanha eleitoral onde se escolhia o sucessor de Bartlet. Esta fase do programa teve a particularidade de possuir várias semelhanças com a campanha real de 2008. Há até quem diga que o candidato democrata da série, interpretado por Jimmy Smiths, foi inspirado em Barack Obama.
Eu, que sou um devorador de séries televisivas, considero-a a melhor que já assisti e a uma longa distância de todas as outras. Os diálogos são absolutamente brilhantes, especialmente nas quatro primeiras temporadas, quando o argumentista era Aaron Sorkin - temporadas essas que venceram, consecutivamente, quatro Emmys para melhor série dramática. Depois, apesar de ter continuado a um nível altíssimo, perdeu-se o "toque especial" de Sorkin. Mas, além da escrita inteligente e sagaz, esta série contava também com um elenco de luxo onde pontificava o nome de Martin Sheen. Mas, excelentes actores como Bradley Whitford, Allison Janney, Richard Schiff ou Rob Lowe realizaram aqui os papeis das suas vidas.
The West Wing é, então, uma série a não perder para qualquer espectador de televisão e absolutamente indispensável para os interessados por política americana! Como uma espécie de teaser, aqui fica um dos meus momentos preferidos do programa, num dos muitos fabulosos discursos de Bartlet (Martin Sheen):
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Political Machine
Quem visita este espaço pode questionar-se acerca do nome do blogue. Pois bem, este título, Máquina Política, foi inspirado num jogo de computador. E espantem-se: é mesmo um jogo sobre as eleições presidenciais americanas. O seu nome é Political Machine 2008 e tem tido um sucesso apreciável.Nos Estados Unidos, a política é vista com muito mais interesse e atenção do que, por exemplo, aqui em Portugal. Assim, até jogos de computador baseados em temas políticos existem. Este jogo , que até nem é o único do género, é bastante engraçado e interessante. Podemos entrar na pela de Obama ou McCain, ou até mesmo de figuras históricas como George Washington ou John Kennedy. É, porventura, uma forma eficaz de mostrar aos jovens, tendencialmente menos interessados pela política, que esta também pode ser divertida.
O jogo pode ser comprado online em http://www.politicalmachine.com/ por um preço acessível - 10 dólares. Para os mais poupados, também é possível fazer apenas o download da versão de demonstração. Confesso que este jogo já me garantiu algumas horas de entretenimento. Experimentem!
O jogo pode ser comprado online em http://www.politicalmachine.com/ por um preço acessível - 10 dólares. Para os mais poupados, também é possível fazer apenas o download da versão de demonstração. Confesso que este jogo já me garantiu algumas horas de entretenimento. Experimentem!
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