segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Na luta pelo Senado, os democratas respiram (um pouco) melhor
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A (in)decisão do Kentucky
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| Rand Paul e Jack Conway |
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Nova projecção para o Senado
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Castle fica de fora
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Um péssimo dia para os democratas
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Ainda não foi desta
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Tsunami republicano em formação
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Mais uma ronda pelas sondagens
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Senado: uma previsão
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| Azul (D); Vermelho (R); Cinza (Sem eleição) |
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Senado: Sondagens
segunda-feira, 26 de julho de 2010
O incrível Alvin Greene
terça-feira, 20 de julho de 2010
A importância da eleição no Nevada
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Reforma financeira aprovada!
O Senado americano aprovou, ontem, a reforma financeira que se transforma, assim, na segunda grande vitória legislativa da administração de Barack Obama, após da reforma do sistema de saúde. Depois do diploma ter passado nas duas câmaras do Congresso, espera-se que o presidente americano promulgue, muito em breve, o documento, transformando a proposta em Lei e cumprindo mais uma das suas principais promessas eleitorais.terça-feira, 13 de julho de 2010
É tempo de contar os votos
Aproximam-se duas importantes votações no Senado norte-americano: a primeira, que terá lugar provavelmente ainda esta semana, sobre a reforma do sistema financeiro americano e a segunda, adiada hoje para a próxima semana, relativa à confirmação da nomeação presidencial de Elena Kagan para o Supremo Tribunal. Em qualquer uma destas situações os democratas precisam de atrair votos de senadores republicanos para que consigam obter uma maioria à prova de fillibuster. sexta-feira, 9 de julho de 2010
Um balanço da luta pelo Senado
Actualmente, os democratas possuem uma clara vantagem no Senado, com 59 senadores (incluindo dois independentes) contra os 41 do GOP. Assim, e recordando que o empate não lhes serve - nesse caso, cabe ao vice-presidente o voto decisivo - os republicanos necessitam de "virar" 10 lugares para se tornarem na força maioritária da câmara alta do Congresso. A possibilidade de conseguirem tal proeza, e apesar de faltarem quase quatro meses até os americanos se deslocarem às urnas, existe, mas é improvável. Se tal acontecesse, isso significaria que o Partido Republicano tinha conseguido uma esmagadora vitória a nível nacional, de dimensões superiores à de 1994.
Mas vejamos o panorama actual: é praticamente certo que os republicanos vão conseguir retirar quatro dos 36 lugares em disputa aos democratas - Indiana, North Dakota, Arkansas e Delaware. Além destes, existem outras corridas por lugares controlados pelos democratas onde as sondagens indicam um empate técnico - Illinois (o antigo lugar de Obama), Colorado, Pennsylvania e Nevada. Depois, os republicanos têm ainda hipóteses de conseguir vitórias na Califórnia e em Washignton, mas aqui as suas possibilidades são mais remotas. Em resumo, os republicanos têm 4 Estados democratas assegurados, com boas hipóteses em outros 4 e relativas possibilidades em outros 2. Isto perfaz um total de 10 Estados, que seriam, então, suficientes para conseguirem uma maioria de 51 senadores e constituírem-se como a maioria no Senado.
Contudo, os democratas estão também a lutar por conseguir conquistar lugares actualmente ocupados por republicanos. A sua melhor possibilidade é no Ohio, onde são mesmo ligeiramente favoritos, mas também no Missouri e no New Hampshire existem eleições ao seu alcance. Em menor medida, as disputas na North Carolina, no Kentucky e no Arizona podem tornar-se corridas mais disputadas do que parecem actualmente. Por fim, há o caso especial da Florida, onde o (agora) independente Charlie Crist parece bem lançado para a vitória. Caso tal aconteça, é bem possível que, no Senado, opte por se juntar aos democratas. Assim, este seria um lugar, actualmente nas mãos do GOP, que passaria para a coluna democrata.
Concluindo, para passarem a ser a maioria no Senado, os republicanos necessitam de vencer todas as corridas em que têm possibilidades de destronar um democrata, além de terem de defender com sucesso todos os seus lugares em risco. Depois, caso Rubio não consiga derrotar Crist, precisariam de fazer as pazes com este para evitar que o actual governador da Florida se juntasse aos democratas. Assim, parece claro que o Partido Republicano necessitaria de uma "tempestade perfeita" para conseguir o controlo do Senado. O que não quer dizer que, a manter-se o actual clima político, essa tempestade não se possa mesmo vir a formar.
terça-feira, 27 de abril de 2010
A primeira batalha pela reforma de Wall Street
Ontem, no Senado americano, os democratas promoveram uma votação que, a passar, daria início ao debate sobre a anunciada reforma de Wall Street, defendida por Barack Obama e pelo seu partido. O resultado dessa votação foi de 57-41, com todos os republicanos presentes a votarem contra, tendo-se-lhes juntado o democrata Ben Nelson e o líder da maioria no Senado, Harry Reid - este por mero estratagema processual, de modo a poder realizar uma nova votação quando entender. sexta-feira, 26 de março de 2010
It's over
quinta-feira, 25 de março de 2010
A luta continua
quarta-feira, 17 de março de 2010
It's the economy, stupid!

sexta-feira, 5 de março de 2010
The final push

Aproxima-se o final de uma das mais polémicas e disputadas batalhas legislativas da história política americana. Segundo o que foi determinado por Barack Obama na sua última comunicação ao país, a discussão da reforma do serviço de saúde dos Estados Unidos estará a terminar e uma votação deverá ter lugar nas próximas semanas.
Depois de falhadas todas as tentativas de acordo com o GOP, a responsabilidade da aprovação do diploma recai apenas nos democratas. Na Câmara dos Representantes, onde basta uma maioria simples, o Partido Democrata conta com uma larga vantagem e no Senado, com a utilização do método de Reconciliação em cima da mesa, Harry Reid apenas necessita de 50 votos da sua bancada para fazer passar a reforma (em caso de empate, o vice-presidente tem direito ao voto de desempate). Ora, como estes contam com 59 senadores no seu caucus, não deverão ter grandes dificuldades em conseguir os votos necessários.
A utilização do processo de Reconciliação pelos democratas está a ser alvo de fortes críticas, em particular do Partido Republicano. Porém, há vários factores que me fazer considerar que o uso deste método é perfeitamente legítimo e até aconselhável. Em primeiro lugar, porque considero que muito mais indevido é o constante bloqueio de legislação através do filibuster, um procedimento que não foi previsto pelos Founding Fathers americanos e que não foi criado com este objectivo. Depois, porque os republicanos já utilizaram esta mesma medida para fazer passar muita da sua legislação mais controversa e importante, como a reformulação do código fiscal. Virem, agora, declararem-se ofendidos com a utilização da Reconciliação parece-me apenas hipocrisia.
O GOP, em defesa da sua oposição ao plano democrata, não deixa de lembrar o que as sondagens parecem confirmar: que o povo americano não quer esta reforma. Porém, o que as sondagens também indicam é que cerca de 10 ou 12% dos americanos discordam desta proposta não por não a quererem, mas sim por não a considerarem suficientemente ambiciosa e liberal. E é preciso não esquecer que também o Medicare, agora um dos programas mais populares do Governo Federal, era extremamente impopular aquando da sua criação.
Todo este processo, conflituoso, divisório e controverso, arrastou-se demasiado tempo e Obama e os democratas gastaram com ele muito do capital político que conquistaram nas vitórias de 2006 e 2008. Contudo, no final, a passagem desta legislação, com todas as suas insuficiências e defeitos, representaria um momento histórico e decisivo para os Estados Unidos da América.








