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sexta-feira, 22 de março de 2013

Obama a perder popularidade

Como se pode constatar através deste gráfico do Real Clear Politics, Barack Obama tem, nas últimas semanas, vindo a perder grande parte da popularidade (no que diz respeito à taxa de aprovação do seu trabalho) que conquistou após a sua vitória eleitoral que lhe garantiu o direito a um segundo mandato na Casa Branca.
Esta descida nas sondagens é provavelmente consequência do impasse em Washington entre a Casa Branca e os republicanos no Congresso que impede a chegada a um acordo em relação ao défice federal. Apesar de a maioria dos norte-americanos continuar a culpar mais o Partido Republicano do que o Presidente pelo falhanço das negociações, a verdade é que também Obama vê a sua imagem ser beliscada pela incapacidade dos dois lados se entenderem quanto a eventuais cortes na despesa do Estado e aumentos de impostos.
Ciente da sua perda de popularidade, Obama terá de reagir rapidamente, de forma a não desperdiçar o capital político conquistado pela sua reeleição sem o ter aproveitado para conseguir uma vitória legislativa, como, por exemplo, a reforma da imigração. Veremos, nos próximos tempos, se o 44º Presidente é capaz de recuperar o terreno perdido e partir para um segundo mandato de sucesso ou se, como aconteceu na segunda metade do seu primeiro mandato, fica refém de um Congresso hostil e da sua própria impopularidade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Obama em alta

Depois da sua reeleição, faz hoje precisamente um mês, Barack Obama atravessa agora o tradicional período de lua de mel e isso reflecte-se nos números das sondagens, que indicam que a taxa de aprovação do trabalho do Presidente está nos valores mais altos desde 2009. Isso mesmo é perceptível no gráfico de cima, que demonstra sem margem para dúvidas o momento positivo que atravessa a Presidência de Obama, pelo menos aos olhos da maioria dos norte-americanos. Ainda assim, este fenómeno de subida nas sondagens após um triunfo eleitoral não é novidade (afinal, para um político melhorar a sua imagem não há melhor do que vencer uma eleição) e se Obama se quiser manter nas boas graças do público terá que somar vitórias políticas e evitar que a situação económica dos Estados Unidos se degrade. Seja como for,  numa altura em que a Casa Branca precisa da maior margem de manobra possível para as negociações do fiscal cliff com os republicanos, esta popularidade de Obama só vem ajudar os democratas.