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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cartoon: Uma corrida de lebres e tartarugas

Mais um engraçado cartoon do Político, que relaciona a disputa pela nomeação presidencial republicana à fábula da corrida entre a lebre e a tartaruga. De facto, os candidatos (ou aspirantes a candidatos) que começaram em força com a velocidade de lebres, como Donald  Trump, Michelle Bachmann, Rick Perry e Herman Cain, foram vendo as suas hipóteses eleitorais desvanecerem-se. Contudo, Mitt Romney, com o ritmo constante de uma tartaruga, foi sobrevivendo às fugazes ultrapassagens que lhe eram feitas, e Newt Gingrich, qual tartaruga que vinda de trás alcança a liderança, parecem bem lançados para derrotar, sem apelo nem agravo, qualquer uma das lebres que participa nesta animada corrida.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cartoon: Occupy Wall Street

Mais um excelente cartoon com a chancela do Politico. M Wuerker acerta na mouche, ao recordar que as verdadeiras consequências políticas advêm da participação política e eleitoral. Os manifestantes de Wall Street têm feito sucesso e são a voz de um grande número de norte-americanos (e não só) descontentes com a actual desproporção de rendimentos e concentração de riqueza num cada vez mais reduzido número de pessoas. Contudo, se não traduzirem esse descontentamento com uma plataforma política concreta, seja apresentando-se a eleições ou apoiando os candidatos da sua preferência, nunca verão as suas preces serem atendidas. Afinal, foi dessa forma que os movimentos Tea Party, cujo exemplo é muitas vezes comparado a este novo fenómeno, conseguiram o seu lugar de destaque no mundo político e social dos Estados Unidos da América.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Cartoon: à espera de Christie

Para terminar a semana, nada melhor do que um divertido cartoon sobre Chris Christie e todo o buzz mediático que se está a criar em redor da sua possível candidatura à Casa Branca. Com muitos republicanos ainda descontentes com o actual leque de concorrentes presidenciais do seu partido, até o próprio Christie, que sempre rejeitou a hipótese de entrar na corrida, parece estar agora a reconsiderar a sua posição.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Cartoon: Twittergate

Cartoon relativo ao mais recente escândalo político-sexual nos Estados Unidos, envolvendo Anthony Weiner, congressista democrata pelo Estado de Nova Iorque, que terá alegadamente enviado uma fotografia sua, via Twitter, tirada abaixo da cintura e vestindo apenas uns boxers, a uma jovem estudante do Estado de Washington. Apesar de, em primeira instância ter alegado que a sua conta havia "hackeada", Weiner já veio dizer que não pode afirmar que não seja mesmo ele na foto em causa. Este é mais um típico escândalo de Washington D.C., especialmente "sumarento" por aliar dois elementos que vendem muitos jornais: a política e o sexo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cartoon: O delicado caso egípcio

Por isto e por muito mais, a situação no Egipto tem de ser tratada com pinças pela Administração Obama, naquele que é, muito provavelmente, o maior teste em matéria de política externa que o 44º Presidente dos Estados Unidos enfrenta desde que chegou à Casa Branca.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A reforma da saúde na campanha eleitoral

A reforma do sistema de saúde americano foi, sem dúvida, a mais importante realização de Barack Obama e dos democratas nos últimos dois anos. Contudo, foi também a mais polémica e, por isso, é natural que o tema mereça lugar de destaque na campanha eleitoral para as midterms. 
Os candidatos republicanos, apostando na aparente impopularidade da reforma da saúde, também conhecida, com uma conotação negativa, como o Obamacare, insistem que, se regressarem ao poder, tudo irão fazer para anular a histórica legislação produzida e aprovada pelas maiorias democratas nas duas câmaras do Congresso. Apesar de ser praticamente impossível a revogação da reforma do healthcare (e sobre isso já falei aqui), o GOP aproveita este soundbyte para animar as suas bases e  atrair os movimentos Tea Party, que, afinal, ganharam o destaque que têm hoje graças à sua fervorosa oposição a esta reforma.
Se no lado republicano a oposição às alterações no sistema de saúde americano é unânime, o mesmo já não acontece do outro lado da barricada. Apesar de terem sido os democratas os autores da reforma da saúde, estes parecem, agora, algo envergonhados e temerosos que essa legislação os prejudique nas eleições de Novembro. É óbvio que a liderança do partido e os seus membros mais liberais defendem e utilizam a reforma do healthcare na campanha. Porém, muitos dos seus elementos mais moderados e/ou mais vulneráveis eleitoralmente estão a ignorar ou a declararem-se contra o chamado Obamacare, com medo que o seu apoio a essa legislação hipoteque as suas hipóteses nas midterms. Veja-se o caso de Joe Manchin, da West Virginia, que concorre por um lugar no Senado americano e que, depois de ter apoiado a reforma da saúde, afirma, agora, que, se for eleito para o Senado, irá lutar por modificar essa mesma reforma. 
A meu ver, os democratas estão a incorrer num erro crasso. Os eleitores sabem perfeitamente quem apoiou e votou a favor da reforma do sistema de saúde e, por isso, é contraproducente vir agora envergonhadamente mudar de opinião. Isso servirá apenas para irritar as bases democratas e para garantir automaticamente o epíteto de flip-flopper (alguém que muda de opinião em algum assunto), o que nunca favoreceu nenhum político. Dito isto, penso que os candidatos democratas deveriam assumir as suas responsabilidades e defender as suas posições originais - a reforma da saúde foi sempre um dos pontos essenciais do programa do partido - aproveitando para explicar melhor aos cidadãos as virtudes do novo figurino do sistema de saúde do país. Até porque, de qualquer forma, o que, nesta altura, verdadeiramente preocupa os americanos é a economia e os empregos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O fim do 111º Congresso

A um mês das eleições intercalares, os congressistas e senadores (pelo menos grande parte deles) regressam a casa para lutarem pela reeleição. Apesar, de após as eleições, o  actual elenco do Congresso retomar a sua actividade legislativa até à tomada de posse do novo figurino, em Janeiro de 2011, a verdade é que esta pausa marca o final simbólico do 111º Congresso americano. Para a posteridade ficam as grandes conquistas da maioria democrata, sob a liderança de Nancy Pelosi e de Harry Reid, com todo o destaque a ir para a marcante e polémica reforma da saúde. Actualmente, o trabalho deste Congresso é impopular, mas o grande teste às mudanças operadas nos últimos dois anos será o da história. E, provavelmente, para sabermos o resultado dessa prova, ainda vamos ter de esperar muitos e muitos anos.